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A Gorda

Crianças, não façam isso em casa! Nem na rua! Sei que isso é muito feio mas tenho de confessar que fui a um rodízio de massas...

(Obrigado, Rogério!)

Semana passada eu 'tava meio oprimida no hotel – detesto “máscaras sociais”  e o que mais tenho que usar aqui é isso: sorrisos amarelos, pessoas de plástico felizes! – e não estava a fim de aturar aquele povo mais de 12h e por isso resolvi ir jantar sozinha (isso me faz sentir saudades das noites em Gondor quando jantava com Buceta... ai, ai...). 'Tava a fim de comer massa... andei um pouquinho  e achei um rodízio no restaurante de um hotel ao lado do meu e resolvi arriscar.

O restaurante estava vazio! E quem em sã consciência pede um rodízio num restaurante vazio?! Quem?! Quem?! Sim, a gorda aqui!

Qüendem a cena e me digam se é ou não de querer cortar os pulsos com uma lixa de unha: um restaurante vazio, mesinhas numa varanda com vista pra praia. Eu sentada à mesa, pernas cruzadas, lendo um livro que narrava o estupro de um garotinho pelo tio... na praia, uma barraca fornecia a trilha sonora que começou com um forro onde uma mulher urrava feito um jumento  e depois um disco inteiro do Chitãozinho & Xororó com direito a músicas em espanhol  e aquela música que fala da água... (aquilo tem cara de Guilherme Arantes!  Nu! Guilherme Arantes por si só já é um chato, imaginem potencializado pelos caipiras de cabelo arrepiado! Tende piedade!)

O tiozinho, único garçom do restaurante, começou a trazer a comida: espaguete ao sugo carregado na salsa, nhoque-mingau ao molho de tomate com salsa... eu já estava quase indo bater na cozinheira quando o tio chegou com a lasanha que era o que eu realmente estava esperando. A lasanha pelo menos estava boa... enquanto comia tentei dizer ao tio que não precisava mais trazer nada, mas ele retrucou: “Quêêêêê?! NAUM! Nem cumeu das seis variedades!” – maldito povo simpático! – e antes de eu terminar com a lasanha lá estava ele com um ravióli de carne, que tinha gosto de doce diet de nozes velhas, ao molho branco frio – isto é, à papa de maisena! Comi dois pedacinhos com o garçom me olhando com cara de Ana Maria Braga esperando o veredicto sobre a comida. Fiz a sincera e disse que não gostara... foi o estopim pra ele afirmar que eu ia gostar do “próximo”... fusili qualquer-coisa: uma gororoba de macarrão com bacon. E o tiozinho plantado ao meu lado com aquela cara de “e aí?! Gostou?!” e eu fazendo a simpática (até agora não sei pq!)... consegui fechar a conta e pedi uma notinha a maior. Já que estava na merda, ia fazer a empresa pagar as minhas ligações... você fez a notinha a mais! Nem ele... e como já 'tava louca do meu cu saí linda, bati o pó dos sapatos e disse olhando fixo para o lugar: casca de cebola, dente de alho! Esse lugar jamais prosperará, caralho!

Como já tinha atolado até o joelho na jaca, resolvi tomar um suprême-golden-delicious-mega-plus-não-sei-mais-o-quê com cone de chocolate, traduzindo: uns 7956 pontos em forma de sorvete...   (quando acho que a mavula que vive em mim morreu, ela reaparece!)

Shannah, a gorda Cearense



 Escrito por Roger Delíci@ às 08h40
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Caverna do Dragão...

Depois de quase um mês aqui em Mordor do Norte, já descobri o horário de pico reptiliano  no banheiro: por volta das 16h. Depois desse horário é aconselhável usar o banheiros só para humanos que fica no outro prédio!

 

Mas na semana passada, estava euzinha negra e nobre trabalhando mais que a Isaura, quando já à noite, a natureza me chamou.  Segurei o quanto pude, mas não teve jeito, tive de me render ao chamado, e para tanto fui à Caverna do Dragão.  E assim fui eu... a decoração fazendo aquele estilo “rústico”, selvagem: as paredes ornamentadas com algumas daquelas pererecas pequenas grudadas aqui e acolá... mas até aí tudo bem, já 'tô acostumada... o problema foi quando eu olhei para o alto e, sobre a esquadria da janela, vi a parte do corpo de um ser maior! “TIAMATE, O DRAGÃO!”  Pensei... – Viado, eu não vi bem o que era, mas acho que era um pterodátilo! Era maior que a perereca Daiane, lembram?! Aquela da primeira vez?! Tola foi você, meu amor! Não esperei para descobrir se era ele, ela ou elo! Fiz a maluca, mijei na pia mesmo longe daquele ser  e desqüendei porta a fora  largando a Uni lá – bééééééé! Escapei liiiiiiiinda, bichas!

 

E vamos embora que a Kombi já está lá fora gritando “Fortaleza, Mucuripe, civilização!”

 

Aí 'tá, no dia seguinte, chego linda pela manhã, abro a porta do banheiro do tempo – entrando ali você volta ao período jurássico! – e percebo que o que eu achara ser uma perereca na noite anterior era, na verdade, um fóssil! O corpo em decomposição de um anfíbio anuro arborícola - traduzo: de uma perereca! Acho que ela foi esmagada ali quando se fechou a janela, sei lá...   só sei que lá estava o cadáver dela sendo devorado pelas formigas... asqueroso! Mas são coisas da natureza, onde tudo se transforma, né?! Então, não é a toa que eu vou colocar silicone, te mete! (Torta de chocolate!)

 

SSNNG

 

P.S.: Mas sabem que até já estou me acostumando a dividir o banheiro com répteis e anfíbios?! Ontem tinha uma perereca manjando minha mala no banheiro... ela 'tava fazendo a quietinha bem do lado do mictório, mas eu a qüendei me qüendando...  (num primeiro momento me deu um nervoso aquele bicho ali na altura do meu ocane! Achei que ela fosse me patolar... argh!)



 Escrito por Roger Delíci@ às 10h02
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